Trazida pelos antigos gregos à Itália meridional, o Aglianico produz, na Campânia e na Basilicata, tintos de tal estrutura e potencial de envelhecimento que críticos frequentemente o comparam ao Nebbiolo do Barolo.
Taurasi: o território de excelência
A denominação Taurasi, na Campânia, é considerada o ápice qualitativo do Aglianico, exigindo no mínimo três anos de envelhecimento, sendo um deles em carvalho, para vinhos que podem evoluir por décadas.
Solos vulcânicos do Vesúvio e do Vulture
Tanto na Campânia, próxima ao Vesúvio, quanto na Basilicata, ao redor do vulcão extinto Monte Vulture, o Aglianico se beneficia de solos vulcânicos que conferem mineralidade distinta aos vinhos.
Taninos firmes que exigem paciência
Os vinhos jovens de Aglianico podem ser intimidadores pela intensidade tânica, mas com o tempo adequado de garrafa desenvolvem complexidade de frutas escuras, couro e especiarias que justificam a espera.
Para quem busca tintos italianos de longa guarda fora do eixo tradicional do norte do país, o Aglianico do sul representa uma das descobertas mais gratificantes disponíveis no mercado.