Primeiro parreiral do Brasil foi plantado na Ilha de Itamaracá, em Pernambuco, em 1531
Conheça a história do primeiro parreiral do Brasil, plantado em 1531 na Ilha de Itamaracá, em Pernambuco, durante a colonização portuguesa.
Guia de castas, terroirs e as principais regiões produtoras.
Conheça a história do primeiro parreiral do Brasil, plantado em 1531 na Ilha de Itamaracá, em Pernambuco, durante a colonização portuguesa.
O Coda di Volpe, com cachos em formato peculiar que lembram uma cauda, é cultivado nas encostas vulcânicas do Vesúvio.
O Greco di Tufo, cultivado em solos vulcânicos da Campânia, é considerado irmão qualitativo do Fiano di Avellino.
O Susumaniello, quase extinto no século 20, vem sendo redescoberto por produtores da Puglia em busca de identidade local.
A Croatina, cultivada na Lombardia e no Piemonte, produz tintos rústicos pouco conhecidos fora do norte da Itália.
A Vespolina, frequentemente usada para suavizar blends de Nebbiolo, produz notas picantes características no norte do Piemonte.
O Albana di Romagna foi o primeiro vinho branco a receber a classificação DOCG na Itália, em 1987. Conheça essa uva histórica.
O Pignoletto, cultivado nas colinas ao redor de Bologna, produz brancos frescos pouco conhecidos fora da Emilia-Romagna.
O Ugni Blanc, base do Cognac e do Armagnac, é a uva branca mais cultivada da França, embora raramente seja consumida como vinho de mesa.
O Sémillon, parceiro tradicional do Sauvignon Blanc em Bordeaux, é essencial tanto para brancos secos quanto para o Sauternes doce.
O Muscadelle, uva minoritária nos blends de Sauternes, adiciona aromaticidade floral aos grandes vinhos doces de Bordeaux.
Marau, no norte do Rio Grande do Sul, vem desenvolvendo viticultura própria fora do eixo tradicional da Serra Gaúcha.
São Roque, conhecida como capital nacional do vinho rústico, mantém tradição vinícola histórica no interior paulista.
O interior de São Paulo abriga produção vinícola pouco conhecida na região do Vale do Rio Grande. Conheça essa vitivinicultura emergente.
Campos de Cima da Serra, com altitude superior à Serra Gaúcha tradicional, surge como novo polo de vinhos de altitude no Rio Grande do Sul.