Cultivado em uma área tão restrita que a denominação Ruché di Castagnole Monferrato abrange apenas algumas centenas de hectares, essa uva piemontesa produz vinhos de aromaticidade que surpreende quem a experimenta por primeira vez.
Aromas que lembram brancos aromáticos
Apesar de ser uma uva tinta, o Ruché produz vinhos com aromas florais intensos que lembram rosas e violetas, características mais associadas a uvas brancas aromáticas como Gewürztraminer ou Moscato.
Origem incerta e quase extinção
A origem exata do Ruché permanece debatida entre especialistas, e a uva esteve à beira da extinção no século 20, sendo resgatada por produtores locais dedicados a preservar essa raridade genética.
Pequena produção, grande singularidade
Devido à área extremamente limitada de cultivo, o Ruché permanece praticamente desconhecido fora da Itália, representando uma das descobertas mais singulares para quem visita o Piemonte em busca de algo diferente do óbvio.
Encontrar uma garrafa de Ruché é uma oportunidade rara de experimentar uma das uvas tintas mais aromaticamente distintas de toda a tradição vinícola italiana.